(...) A porta do seu carro está aberta, e ela, sentada, abre as suas pernas e me mostra a sua boceta. A mulher é muito bonita e está sem calcinha. A mulher é muito bonita, está sem a calcinha e alisa a sua boceta com uma das mãos enquanto com a outra a abre afastando os seus lábios. E a sua boceta está toda aberta como uma estrela radiante numa constelação. A sua boceta não tem pelos; é totalmente lisa; é uma boceta raspada; uma bocetona sem qualquer pelo; sem um fio de pelo; rosada, escanhoada e muito rosada. Uma bocetona linda! (Embora eu goste das bocetas cabeludas - amo as bocetas cabeludas que espalham seus pelos pelas virilhas, amo as bocetas como a boceta de Lucky - não posso negar que aquela boceta raspada lisa escanhoada é muito bonita; lindíssima!). E eu queria a luz dessa boceta. Aquela boceta rosada lisa me deu vontade de comê-la, literalmente comê-la, sentir sua carne sangrar na minha boca; passei a mão pelo meu pau; parecia que eu despertava do meu porre. Com dificuldade pelo peso que tenho na cabeça, mas tomado de um tesão súbito que aquela cena me dava, viro todo o meu corpo para a mulher, que está sentada no carro com a porta aberta e as coxas muito abertas e me mostra a sua bocetona arreganhada enquanto passa a língua nos lábios. O peso da cabeça e toda a ressaca em que me encontro somem rapidamente. O meu pau está muito duro; muito duro. "Vá, seu mendigo porco, sujo, me mostra o seu pau... quero ver o seu pau, vá... me mostre", diz a mulher passando a língua voluptuosamente nos lábios, fazendo cara de tesão e esfregando o grelo com um dos dedos, e eu olho para os lados e olho para a mulher e pisco os olhos e passo sem acreditar no que estou vendo e já estou com o pau muito duro e volto a olhar para os lados e vejo que não vem ninguém é passo a mão no pau, e a mulher esfrega o grelo e com uma das mãos coloca o peito totalmente para fora da blusa e começa a massageá-lo suavemente e passa a beliscar suavemente o bico do peito e diz, "mendigo imundo, me mostre a sua vara... vá... me mostre... quero ver a sua vara, mendigo porco... vá... quero ver o seu caralho...". E eu esfrego e aperto o pau com muita força, e a mulher diz, "tira essa pica suja pra fora... vá... quero ver o seu pau; quero ver o seu pau duro... vá... me mostre essa pica suja...". E continua a passar uma das mãos na mama e a acariciar o grelo, e eu começo a abaixar mais a minha calça, deixando-a na altura dos joelhos e ela, num lance muito rápido, coloca a outra mama para fora, e as suas mamas estão muito intumescidas, e a sua buceta está muito intumescida, e ela abre mais as suas coxas, e a sua bocetona está avermelhada é muito molhada, e ela deixa de alisar os peitos e enfia dois dedos na boceta e diz, "olhe pra mim, seu escroto... (...)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
"Cachorro do Mato", Romance, 2014, de Andreas Nora.
Editado pela Livre Expressão, será Publicado pelo Instagram (@andreasnora_escritor) e aqui no BLOG, no dia 30 de Janeiro à noite.
Dado à minha Timidez (muito acentuada), não faço Lançamento Público nem Noite de Autógrafos. Reúno uns pouquíssimos Amigos Escritores, Poetas e outros Artistas. Leio vários trechos, bebemos e conversamos madrugada adentro.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
"Cachorro do Mato", Romance, 2014, Ed. Livre Expressão, de Andreas Nora
Dia 30 de Janeiro, sexta-feira, às 20:00 horas, Publicarei o meu Terceiro Romance, intitulado "Cachorro do Mato".
Pela minha Timidez, não faço Lançamento Público nem Noite de Autógrafos, apenas reúno meia dúzia de Escritores meus Amigos, faço Leitura, bebemos, fumamos e rimos muito madrugada adentro. Mas considero cada um dos meus Amigos Leitores, Seguidores, Parceiros, Admiradores Presentes, como se estivessem ao meu lado numa grande algazarra! hahaha... Depois o Livro caminha com as suas próprias pernas
Abraço a todos!
Andreas nora
domingo, 11 de janeiro de 2015
Você Precisa É De Uma Boa Dose de Vadiagem, Romance, Ed. Livre Expressão, 2012. Cap. 33, p. 70
(...)
[Três horas de uma foda alucinada...
Demônio de mulher!..
Putona...
Cadela depravada;
Alucinante de gostosa;
Potranca fodedeira no cio]
(...)
Raira, Romance, 2013, Cap. 18, p.174, de Andreas Nora
(...)
Não preciso de nada
Não preciso de nenhum sentido
Não preciso de nenhuma direção
Não preciso nem mesmo de mim
Preciso de você, Raira
Que se fodam os talheres
Que se fodam os lençóis
Que se fodas as taças
Que se fodam os guardanapos
Sua bênção, Minha-Raira
Sua bênção, meu Anjo-Demônio
Sua bênção, Minha-Fêmea
(..)
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
"Whitman e Martha", Andreas Nora, Conto Inédito, New York / Miami - Nov. 2014
New York 16:45.
Segundo dia do encontro de escritores para estudar e discutir Folhas de Relva, de Walt Whitman. Eu estava ali pela segunda vez, no meu segundo dia e me faltariam ainda mais três dias. Abandono a sala de estudos. Estou de saco cheio. Rumo para a rua à procura de um bar.
New York 17:00.
New York 17:00.
Peço um Jack Daniel. Abro Folhas... Para continuar a terceira releitura e começo no verso "...." (...). Meto o uísque pra dentro e em seguida peço outro, e peço outro e vou lendo Whitman com uma rapidez assustadora.
New York, 17:40.
New York, 17:40.
Ouço uma voz de mulher com sotaque hispânico atrás de mim, hei velho babaca, vai entrar pela noite lendo a porra desse livro?, olho pra trás e vejo uma mulher dos seus 28 ou 30 anos, bonita, boca larga e carnuda, cabelos pretos e muito curtos (esse cabelo muito curto com a nuca totalmente nua me excitou muito), não tem nada melhor para fazer?, continuou ela.
Sentei-me à sua mesa. Ela tinha uns peitos grandes e pareciam bem duros, do jeito que eu gosto, e suas coxas também eram grossas, o que pude observar pelo vestido muito curto com as pernas cruzadas. Martha era o seu nome.
Perguntou-me o que eu lia, eu lhe mostrei o livro e a fotografia de Whitman, e ela disse, velho babaca com essa barba imunda, eu disse que nem Whitman nem eu éramos babacas, mas a barba dele é imunda, disse ela, e eu disse, que isso não me interessava, que o que me interessava era a poesia dele e os peitos e as coxas dela, e ela riu muito quando eu disse isso e eu ri também e ela enfiou suas mãos entre meus cabelos brancos e puxou a minha cabeça e nos beijamos como apaixonados e bebemos todo o uísque e pedimos mais uísques e Martha falou que estava vivendo uma fase de tédio, e eu vi que a minha fase não estava muito diferente da dela. E falamos das nossas aflições e vimos que seguíamos os nossos dia a dia naquela mesma coisa que não era outra que não ela mesma. Estávamos bem aquecidos pelos uísques. Nos beijamos, nos apalpamos desesperadamente.
Aeroporto de Newark, NY, 20:55.
Sentei-me à sua mesa. Ela tinha uns peitos grandes e pareciam bem duros, do jeito que eu gosto, e suas coxas também eram grossas, o que pude observar pelo vestido muito curto com as pernas cruzadas. Martha era o seu nome.
Perguntou-me o que eu lia, eu lhe mostrei o livro e a fotografia de Whitman, e ela disse, velho babaca com essa barba imunda, eu disse que nem Whitman nem eu éramos babacas, mas a barba dele é imunda, disse ela, e eu disse, que isso não me interessava, que o que me interessava era a poesia dele e os peitos e as coxas dela, e ela riu muito quando eu disse isso e eu ri também e ela enfiou suas mãos entre meus cabelos brancos e puxou a minha cabeça e nos beijamos como apaixonados e bebemos todo o uísque e pedimos mais uísques e Martha falou que estava vivendo uma fase de tédio, e eu vi que a minha fase não estava muito diferente da dela. E falamos das nossas aflições e vimos que seguíamos os nossos dia a dia naquela mesma coisa que não era outra que não ela mesma. Estávamos bem aquecidos pelos uísques. Nos beijamos, nos apalpamos desesperadamente.
Aeroporto de Newark, NY, 20:55.
Troquei a barba branca e longa de Whitman pelo cabelo preto e curto de Martha.
Estamos bêbados aos beijos entre promessas de amor voando para a Flórida, Miami.
Flórida, Miami Beach, 01:10
Estamos bêbados aos beijos entre promessas de amor voando para a Flórida, Miami.
Flórida, Miami Beach, 01:10
Estamos feitos animais enlouquecidos transando num hotel. O sol e o mar de Miami Beach, mudou o sentido do nosso espírito. Uma noite fomos para Little Havana e dançamos muita música caribenha e bebemos muito rum.
Foram dias bêbados; se amando e vivendo.
Faço uma dedicatória em Folhas e o ofereço a Martha, que aperta a foto de Whitman contra o peito, beija-o e depois me beija.
Aeroporto Internacional de Miami, 11:45.
Foram dias bêbados; se amando e vivendo.
Faço uma dedicatória em Folhas e o ofereço a Martha, que aperta a foto de Whitman contra o peito, beija-o e depois me beija.
Aeroporto Internacional de Miami, 11:45.
Martha, com um echarpe escondendo as marcas que deixei em seu pescoço, some pelo portão de embarque e me acena sorrindo e eu faço o mesmo para ela. Ela volta para New York e eu sigo para o meu portão para embarcar para o meu país.
Andreas Nora
New York / Miami
Andreas Nora
New York / Miami
Nov / 2014
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